Posted by: Garcia Reis | Abril 24, 2008

Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hipertensão Arterial

No próximo sábado (26 de abril) é o dia de refletir sobre os problemas de pressão alta, que muito vem assustando a população acima dos 40 anos. Quem não tem um parente ou amigo com pressão alta?

A hipertensão é diagnosticada, geralmente, quando a pessoa apresentar os níveis de pressão arterial acima de 14 por 9. Ela pode ser uma crise (quando a pessoa tem picos de pressão) ou crônica (quando a pressão arterial é diagnosticada por dias subseqüentes, sempre acima da média). Estes números se referem à pressão que o sangue exerce para se movimentar. Quando esta pressão é muito forte, a pessoa pode sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) ou um derrame.

A Sociedade Brasileira de Hipertensão informa que se não tratada, a hipertensão pode levar à cegueira. Além disso, outras complicações são: derrames cerebrais (citados acima), doenças do coração (infarto, insuficiência cardíaca e angina), insuficiência renal e paralização do funcionamento dos rins.

Seus sintomas nem sempre são identificados facilmente. O aumento da pressão pode causar dores de cabeça, cansaço, tontura, dor no peito, sangramento no nariz, etc. Mas nem sempre estes sintomas são decorrentes da pressão arterial (PA) alterada. Assim, a única forma de diagnosticar a hipertensão é medindo a PA.

Pessoas com excesso de peso, com alimentação desregrada, que ingerem muito sal ou bebidas alcoólicas têm o risco aumentado. Fumantes, pessoas com diabetes e familiares com hipertensão também.

Para se prevenir é importante:

  • praticar atividade física 5 vezes por semana;
  • reduzir a ingestão de sal;
  • não fumar;
  • controlar o nervosismo diário;
  • medir regulamente a PA (em casos de maior predisposição); e
  • ter uma alimentação saudável.

Além disso, diagnosticada a hipertensão:

  • siga as instruções do seu médico;
  • não abandone o tratamento.

Lembre-se: Apesar de ser uma disfunção genética, a hipertensão pode ser gerada por hábitos de vida inadequados, como a ingestão excessiva de sal ou de bebida alcoólica, além da obesidade e do sedentarismo. Na maioria das vezes, não apresenta sintomas e apenas com o controle da pressão arterial (PA) é possível atestar sua a incidência.

Veja mais dicas no site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

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